Um dos maiores gargalos do Brasil é a produtividade. Para se ter uma ideia, dividindo-se o PIB pela população economicamente ativa, concluímos que um trabalhador norte americano produz cinco vezes mais que um brasileiro.
Existem inúmeras teorias para esta disparidade, dentre elas a péssima educação, a péssima infraestrutura e a burocracia. Talvez todas elas somadas seja a teoria correta, mas uma das coisas que mais observo ultimamente - e notoriamente após defender um TCC sobre planejamento na aprovação de loteamentos - é que boa parte destes problemas tem origem na nossa cultura. E cultura não depende muito de governo, mas sim da vontade de mudar.
Há dez anos trabalhando no setor de projetos e agrimensura observo que não existe uma cultura de planejamento. Investe-se muito pouco no planejamento, especialmente no setor público, mas o setor privado não fica muito atrás. Já vi empreendedores gastarem anos (e décadas) com projetos travados por falta de planejamento, por medo de investir em novas tecnologias.
O planejamento é essencial para vencer uma epidemia brasileira: a burocracia. Um projeto depende da aprovação e/ou vistoria de diversos órgãos e como gerenciar tudo isso sem um planejamento? Como saber quais as etapas podem tramitar concomitantemente, quais são suas antecessoras e sucessoras? São informações importantíssimas num processo de projeto, aprovação e execução.
Aí caímos num ciclo vicioso.
A falta de planejamento gera projetos incompletos e projetos incompletos não caminham. A própria União alega que tem verba disponível, desde que haja bons projetos.
É preciso abandonar esta cultura de falta de planejamento, de que planejar é desperdiçar tempo. O retrabalho que é o verdadeiro desperdício e o planejamento reduz muito a possibilidade de retrabalho.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
PLANEJAMENTO: A CHAVE AO GARGALO DA PRODUTIVIDADE
Postado por Marciél Gorrido Junior às 15:54 0 comentários
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Se eu fosse Prefeito
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Matéria do Jornal de Limeira sobre gambiarra no Anel Viário. Fonte: internet |
Postado por Marciél Gorrido Junior às 00:29 0 comentários
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Corte na própria carne? Que seja!
Como eu sempre digo, tenho posições políticas e as defendo porque acredito que tomar uma posição e participar ativamente da vida política, de qualquer lado, é melhor que ficar em cima do muro.
Sendo assim, deixo claro - aos que acreditam ou não no nosso trabalho - que não defendo corrupto. Se há corrupção dentro do partido que defendo, serei o primeiro a pedir, após comprovação, a cabeça do responsável. E aqui vale um adendo: os petistas, em quase sua totalidade, defendem com unhas e dentes os responsáveis pelo mensalão. Não tomarei jamais esta atitude de defender bandidos.
As recentes denúncias sobre o cartel nas licitações do transporte ferroviário nos governos tucanos precisam ser investigadas a fundo. Entretanto, eu não concordo com o oba oba que os que estão à serviço dos seus partidos ou dos seus interesses pessoais estão fazendo. Jogam no lixo informações concretas e divulgam apenas o que lhes interessam. E justamente aqueles que bradam veementemente contra o PIS (partido da imprensa golpista), agem contraditoriamente às suas convicções.
Em primeiro lugar, a revista "Isto É", notadamente com uma linha editorial anti-PSDB, fez denúncias baseadas no "ouvimos dizer". Não traz nomes e nem documentos concretos. Coloque-se os nomes na mesa e provem-se o que se esta dizendo. Quem embolsou os supostos milhões desviados? O partido? Pessoas que fazem parte dele? Cadê as comprovações? E não adianta dizer que não existe porque o galpão de documentos pegou fogo. Se denunciou, tem que comprovar!
Em segundo lugar a própria Siemens - delatora, segundo a revista - divulgou uma nota nesta semana dizendo que não foi autora e desconhece a veracidade das denúncias. Uma empresa, do porte da Siemens, viria a público mentir para depois ser desmentida? Duvido e muito!
Terceiro, o fato de empresas fazerem cartéis para ganharem licitações não significa, necessariamente, que governantes tem participação. Esta também é mais uma suposição sem provas apresentadas.
Por fim, o Governo do Estado de São Paulo vem há mais de um mês tentando verificar os processos e não obtém acesso devido ao sigilo das investigações alegado pelo CADE. Não seria um direito do acusado ter acesso às acusações? Bom, o CADE é controlado pelo governo federal, que é controlado pelo PT (e aí tudo se explica).
Tudo isso cheira apenas mais uma manobra na sanha petista de tomar o poder no Estado de São Paulo. Se eu estiver enganado, garanto que serei o primeiro a cortar a própria carne e a pedir a cabeça deles!
Postado por Marciél Gorrido Junior às 14:18 0 comentários
quinta-feira, 25 de julho de 2013
O Gigante acordou, popularidade despencou!
Postado por Marciél Gorrido Junior às 17:10 0 comentários
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Subsídio: ainda não é a hora!
Toda a inteligência dos itinerários parte da prefeitura e, portanto, antes de subsidiar o sistema, a prefeitura deveria investir em inteligência.
Postado por Marciél Gorrido Junior às 13:19 0 comentários
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Carta aos Governantes
Postado por Marciél Gorrido Junior às 10:38 0 comentários
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
A Privataria Petista - Parte II

Postado por Marciél Gorrido Junior às 18:33 0 comentários
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
A Privataria Petista - Parte I

Postado por Marciél Gorrido Junior às 23:14 0 comentários
Marcadores: Privataria Petista
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Investimento em P&D é o futuro. Em Limeira falta o básico!

Postado por Marciél Gorrido Junior às 00:41 0 comentários
Marcadores: Limeira, Universidades
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Dr. Hélio Cassado: um naco de esperança!

Neste último fim de semana mais uma cena deste amadurecimento aconteceu: o impeachment do prefeito de Campinas, o Dr. Hélio (PDT). A décima economia do país e a terceira maior cidade do Estado de São Paulo teve o prefeito cassado por 32 votos a 1.
Não que a justiça tenha sido feita. O ideal era vermos o Dr. Hélio, sua esposa e o resto do bando na cadeia e o dinheiro roubado de volta aos cofres públicos. O que importa é o simbolismo que um impeachment traz consigo. Pior que a derrota nas urnas é a derrota política de quem sofre um impeachment, já que quem recebeu a confiança do sufrágio universal e depois assalta o erário público nada mais é que um traíra, um Judas.
Postado por Marciél Gorrido Junior às 00:55 0 comentários